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Era uma vez em Paradópolis... Um povo cansado de esperar o cumprimento das promessas feitas pelo seu rei que prometeu melhorar as Vilas do reino, realizando obras que atendessem as necessidades da população. Vendo o ‘tempo’ do monarca se encurtar, o povo ainda mantém a esperança, que seu rei vai abrir a ‘guaiaca’ e gastar a ‘bofunfa’ com seu povo, afinal ele pretende continuar rei, e para isto tem de fazer algo. Foi aí que ele teve uma idéia. Vamos colocar algumas velas nas vilas mais movimentadas, e ladrilhar as vias principais do reino.

Neste momento entra os conselheiros. Mas meu rei, é muito dinheiro, quase não sobra nada.

Diz o rei: Aí que vocês se enganam, pois sobra sim, e ainda garantimos mais um tempo no poder, pois o povo tem memória curta, e vale o que é feito no final e mais algumas moedas no dia define a vitória.

Para a população a idéia foi valida, pois pelo menos serão beneficiados por algumas obras que embelezarão o reino, sem contar que o rei nomeou um obreiro comprometido em trabalhar.

Conselheiros: Mas rei, o senhor sabe que tem alguns mercenários que cobram caro para ajudar o senhor por baixo dos panos e depois ainda agem como se tivessem feito um favor.

Rei: Liga não, do uns ‘carguinhos’ na administração do reino e ficam quietos, senão eu puxo o tapete e cai tudo.

Após a reunião de conselho o rei decide colocar as idéias em prática, tendo o cuidado de realizar as obras bem no final para que ninguém se esqueça.

Já na corte, a maioria dos grão vizirs que fiscalizavam o rei buscavam de toda a forma uma maneira de apoiá-lo, mas alguns queriam mais do que o oferecido devido a ganância, e começaram a ameaçar o rei. Cansado o monarca decide corta a cabeça destes vizirs que sem ter o que fazer começam a exercer o direito supremo de espernear e falar bobeiras, a exemplo do Bobo da corte, que esta sempre na frente sem, porém saber o que fazer.

E assim prossegue a vida em Paradópolis, entra ano, sai ano, e tudo fica na mesma.

Me esqueci... Qualquer semelhança com qualquer ‘reino do País’ é mera coincidência.

 

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